o descaso
absurdo
caso
recorrente
sistema
excludente
escasso
e o respeito?
e a solidariedade?
burburinho alto
microfone grita
faces tensas silenciam
vaga o banco
amarelo
chamam nomes
mulheres homens
empresas
caras surpresas
de nós de gravata
silencio notável
nota do haver
estado
injustificado.
DEFENESTRAÇÃO: Ato de violência, pelo qual se lança uma pessoa pela janela; Ato rebelde, pelo qual se atira alguma coisa pela janela.Massacres históricos conhecidos como Defenestrações de Praga.Em meados 1400,partidários dos prisioneiros de Praga tomaram o prédio e lançaram pela janela membros do conselho da cidade;Em meados 1600,nobres protestantes da Boemia invadiram o castelo da capital e arremessaram representantes do governo pelas janelas.Para incitar as defenestrações de todas as pragas!
11 de abr. de 2013
4 de abr. de 2013
Duas
(Des)apaixonadas
Geminianas
Duas caras
Gême@s
Dupla moeda
Intensidade insana
Quero andar do teu lado
desejo forte
desejo forte
E quando não é forte?
Se for ao teu lado
hoje sorte
hoje sorte
Ou morte?
Lenta larga intensa insana
Quero agora a(a) vontade
De te atirar pela janela!
E não me importar...
E desejar tão forte
me DEFENESTRAR
Encontrar caminho de te tirar
- e re tirar -
Dessa minha janela (ela)
só faz lembrar
história que não,
nunca.
Insanidade intensa
Não fale de você,
egocentrismo enjoa.
egocentrismo enjoa.
Odiarei seu 'ce
Desde o cacoete com os óculos,
o olho pequeno em que eu não caibo,
emaranhado de cachos (ou não) indecisos
à tua hipocrisia que te faz feliz...
Atua.
Atua.
Isso que chamei amor,
a partir de hoje vou renegar.
Com ira aveludada,
fel de escorpião
e rasteira de serpente,
vou recusar.
vou recusar.
A partir de hoje, mais forte ainda, vou te odiar.
30 de mar. de 2013
Te quiero
Te quero toda
Uma vez mais
Toda mais
Te queiro inteira
Sem meias metades
Ou verdades
Te quero nua
Cheia
Lua
Te quero sim
Te imploro
Choro
E volto atrás
Sem nada mais
Meias verdades
Tuas
Lua
Rua
Rua
Vazia
24 de mar. de 2013
20 de mar. de 2013
Libertar
Esse tudo nada que conta essa historia...
Tudo sempre tanto,
tantos tanto,
tantos de nadas...
tantos tanto,
tantos de nadas...
Ou coisa alguma
de algumas doses,
de algumas doses,
de bebida pura
sugada d’alma
da adega amarga.
Mais doce fel,
uma dose mais...
Cru(el)
uma dose mais...
Cru(el)
e ainda assim
(me) EmbriagaDA
Me mergulha fundo quando me encara
Me destrói em tragos
De estragos
Dos cacos deixados
Cravados
Sangrados da luta mais bela
e não bélica
que se pode ousar...
e não bélica
que se pode ousar...
Amo sim
Amo tanto que insisto em amar
E amo ele
E amo ela
E amo até mesmo aquela que te me quer amar
Amo,
sem senhor ou senhora,
sem senhor ou senhora,
de amor,
de amar!
Conjugação da 1ª pessoa
Do verbo libertar!
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