O tema amar tem sido constante nesse blog, talvez para tentar compensar a ausência no mundo real. Essa música tem tudo a ver com tudo isso:
Eu só penso em te ajudar, Os Mutantes (do álbum Tudo foi feito pelo Sol, 1974)
Estão dizendo que é pra competir
Mas eu só penso em te ajudar
Só quero uma vida em que a gente possa amar
Ah! Yeah, yeah amar a vida
Yeah, yeah amar o mundo
Estão dizendo que é p'ra eu te passar p'ra trás
Mas eu só penso em te abraçar
Não há nada na vida que faça eu parar de amar
Aahhh! Yeah, yeah amar a vida
Yeah, yeah amar o mundo
Hey garoto vê se não vai cair do buggy
Hey garoto que tal você tocando moggy
Hey garoto você dançando boogie woogie
DEFENESTRAÇÃO: Ato de violência, pelo qual se lança uma pessoa pela janela; Ato rebelde, pelo qual se atira alguma coisa pela janela.Massacres históricos conhecidos como Defenestrações de Praga.Em meados 1400,partidários dos prisioneiros de Praga tomaram o prédio e lançaram pela janela membros do conselho da cidade;Em meados 1600,nobres protestantes da Boemia invadiram o castelo da capital e arremessaram representantes do governo pelas janelas.Para incitar as defenestrações de todas as pragas!
10 de nov. de 2010
9 de nov. de 2010
6 de nov. de 2010
Veneno letal
E se o meu intento
é todo meu veneno
pra te embriagar?!
Toma minha volúpia,
vem dançar na chuva,
vou te apaixonar!
Vem te embriagar
de amor pela minha boca,
minh'alma, teu calor, tira a roupa!
Vem dançar
que essa música é nossa!
Te espero!
Vem correndo, já é hora.
Te queria tanto que quebrei o encanto.
No gelo, gelo e degelo
o sabor do pranto que me faz chorar
Essa noite eu canto
para os moribundos
que no além mundo
não souberam amar...
é todo meu veneno
pra te embriagar?!
Toma minha volúpia,
vem dançar na chuva,
vou te apaixonar!
Vem te embriagar
de amor pela minha boca,
minh'alma, teu calor, tira a roupa!
Vem dançar
que essa música é nossa!
Te espero!
Vem correndo, já é hora.
Te queria tanto que quebrei o encanto.
No gelo, gelo e degelo
o sabor do pranto que me faz chorar
Essa noite eu canto
para os moribundos
que no além mundo
não souberam amar...
Tempestade lá fora...
E nesse desamparo louco,
teu olhar,
logo reparo,
que aqui não mais está.
Levo teu abraço
em meus braços,
já que é certeza
a ausência da tua presença:
não mais há.
Aqui jaz esse poeta,
manco
que na certeza cega
do já não estar,
afeiçoa-se ao pranto,
que outrora brando,
hoje é como manto
a cobrir-lhe o olhar.
Chove silenciosamente aqui dentro.
E nesse desamparo louco,
teu olhar,
logo reparo,
que aqui não mais está.
Levo teu abraço
em meus braços,
já que é certeza
a ausência da tua presença:
não mais há.
Aqui jaz esse poeta,
manco
que na certeza cega
do já não estar,
afeiçoa-se ao pranto,
que outrora brando,
hoje é como manto
a cobrir-lhe o olhar.
Chove silenciosamente aqui dentro.
4 de nov. de 2010
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